Apresentada no Jardin des Tuileries, em Paris, locação eleita pelo diretor criativo desde 2025, a coleção nasce da experiência da cidade sob um olhar quase turístico. Elementos da cultura francesa aparecem nas novas peças, traduzidos em silhuetas que equilibram tradição e contemporaneidade.
Com referências do estilo de Maria Antonieta, minisaias volumosas, com uma pitada de extravagância, e casaquetos em corte evasê abriram o desfile.
Na sequência, casacos esculturais, em diversos comprimentos, combinados a jeans bordados e saias, estampas multicoloridas e poá — inclusive nos sapatos —, uniram a herança parisiense aos códigos grife com maestria.
No último bloco, camadas que lembraram o icônico vestido Junon, cortes e padronagens com perfume oriental, forros à mostra, renda, acabamentos com plumas e, claro, flores em múltiplas versões construíram o jardim de Dior — uma exaltação à feminilidade.
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