Uma matéria da revista Veja esclarece todas as dúvidas quanto às "dietas da moda", ao consultar 5 endocrinologistas. E qual a novidade?
Nenhuma. Como já havia comentado algumas vezes, a chave para o emagrecimento é aprender a comer qualitativamente e quantitativamente bem, pois cada pessoa possui uma necessidade diferente da outra, e praticar atividades físicas.
As dietas das proteínas, que propõem um cardápio rico em proteínas e gorduras e pobres em carboidratos e fibras, como a Dukan, Ravenna e Atkins, promovem uma rápida perda de peso, lembrando mais uma vez, que peso não é necessariamente gordura. Sim, você perderá peso rapidamente, principalmente pela perda de água e musculatura, além de gordura.
A dieta Atkins, que não aborda a qualidade da proteína, é a que provoca maiores alterações no perfil lipídico, aumentando o colesterol. Em casos de pessoas com síndromes metabólicas que terão grande benefícios ao perder 5 -10% do seu peso atual, estas dietas, talvez podem ser uma alternativa, se bem monitoradas por profissionais da saúde.
Para você que está um pouco acima do peso é a pior escolha que pode fazer, irá aumentar seu colesterol, você irá perder músculo, ficar desidratado, com mal hálito, devido à liberação de corpos cetônicos causado pela falta do consumo de carboidrato, e ainda mal humorado pela falta de energia!
A dieta dos pontos, que atribui uma pontuação para cada tipo de alimento e leva em consideração o esforço que o corpo faz para assimilar estes alimentos e a saciedade que proporcionam, já é uma opção mais viável. Porém ao procurar por uma dieta, você quer ser orientado, quer saber qual é a melhor escolha a fazer, e isso não ocorre. Neste tipo de dieta você tem a liberdade de consumir 100 pontos ricos em gordura, ou 100 pontos em carboidratos integrais, o que gera uma resposta bem diferente em sua saúde.
A grande questão desta matéria foi divulgar a Dieta nota 100, criada pelo Dr. David Kats, que classifica os alimentos conforme seu potencial benéfico à saúde. Como ele mesmo diz, este método não pode ser considerado uma dieta, mas sim uma ferramenta para ajudar os consumidores a entender e comparar o valor nutricional dos alimentos.
A metodologia é baseada no poder nutritivo dos alimentos, quanto melhor for para saúde, melhor sua pontuação, sendo os vilões da lista, as gorduras trans e saturadas, o colesterol, o sal e o açúcar.
A entrevista se encerra com a grande pergunta "O que contribui para obesidade?", seguida de sua genial resposta "comer de mais e fazer de menos".
Fica mais uma vez a dica para quem busca uma vida linda e leve, procure hábitos saudáveis como uma boa alimentação e a prática de atividade física!
(=’:’=) —- Como emagrecer com saúde e sem remédios para emagrecimento? http://www.dietadosartistas.com.br